jan 09

Dia dos Publicitários

Publicitários,

organizem suas pautas, corram com seus Jobs, pois, na próxima segunda, também vai ter pizza. Só que essa é especial, é para curtir com a sua família.

Parabéns pelo seu dia, curtam seu feriado!

Segunda segunda-feira de janeiro Dia do Publicitário.

Mais uma conquista mantida pelo Sindicato dos Publicitários de Pernambuco.

 

dez 20

Pagamento do 13º salário de 2012.

Salve, Salve, Companheiros (as)                                                                                                                                                                                          

DENÚNCIAS:  Superintendência Regional do Trabalho e Emprego- SRTE-PE; fone: 3241-9401; e-mail: 13salario.srte-pe@mte.gov.br; endereço: Av. Agamenon Magalhães,2000.

 

 

out 04

COMO SE COMBATE O ASSÉDIO MORAL?

A melhor maneira de enfrentar o problema é com a SOLIDARIEDADE. Só assim vai ser possível reverter este processo. É claro que temos de repensar a forma de organização do trabalho. Mas precisamos, acima de tudo, resgatar alguns valores que a lógica neoliberal tratou de esconder. A ética e a solidariedade são as melhores estratégias para avançarmos neste caminho de combate ao assédio moral, que ainda é árduo. As pessoas que sofrem com o problema se isolam. A solidariedade entre os colegas tira o trabalhador deste isolamento e ajuda a combater o agressor. As pessoas precisam repensar os próprios procedimentos e a forma de convivência no trabalho. Não podemos encarar os colegas como rivais. Só vamos vencer essa batalha revendo a forma de trabalhar e não fazendo com os outros o que não queremos que façam com a gente.
Fonte: Revista dos Bancários Nº 21
Parte da entrevista com o Prof.Roberto Heloani (Unicamp e FGV)

ago 22

Que tal seguirmos o exemplo dos companheiros Jornalistas.

Jornalistas receberão nove milhões em horas extras do GPP
17/08/2012
Trabalhadores venceram ação coletiva. A conquista tem o inédito reconhecimento de horas extras também para editores

Escrito por: Sindijor
A confirmação de uma importante vitória ocorreu na tarde de ontem, terça-feira (14). A ação coletiva de autoria do Sindijor-PR, comprovou na justiça que a Editora O Estado do Paraná estava irregular ao não pagar as horas extras aos trabalhadores. “Esse reconhecimento é resultado da luta da categoria, que acreditou no sindicato e se manteve unida durante todo o tempo, apesar das tentativas de divisão. Esperamos que esta questão sirva de exemplo para todas aquelas empresas que extrapolam a jornada dos jornalistas”, explica Guilherme Carvalho, presidente do Sindijor.
A homologação da ação coletiva contra o GPP foi proposto pela vice-presidência do TRT09. Ainda na terça-feira, os jornalistas que integram a ação se reuniram em assembleia e aprovaram o acordo. Depois de quatro meses de negociação, os cerca de 100 trabalhadores, substituídos pelo Sindicato na ação, receberão do ex-proprietário da empresa, Paulo Pimentel, pouco mais de R$ 9,1 milhões de reais, equivalente a 90% do valor total calculado pelos peritos contábeis do Sindijor-PR. O valor será pago em três parcelas: 1ª em 04/09; 2ª 01/11 e a 3ª até o dia 20/12. Caso os prazos não sejam cumpridos, a empresa pagará multa de 30% do valor total.
Além disso, essa é a primeira ação coletiva que reconhece horas extras para editores, que normalmente trabalham além da jornada. Segundo Roger Pereira, funcionário envolvido na ação e membro do Conselho Fiscal do Sindijor, “o pagamento de horas extras está previsto em nossa convenção coletiva de trabalho, mas era simplesmente ignorado pelos patrões. Nos últimos anos, o Sindicato visitou todas as empresas cobrando a regularização dessa situação”.
A direção do Sindicato explica que em muitas redações aconteceram acordos, como o início do pagamento das horas extras, a criação de bancos de horas e, até, a extensão da jornada com a devida compensação salarial (aprovadas caso a caso pelos próprios funcionários das empresas). Porém, no caso do GPP, o direito dos trabalhadores foi ignorado. Nesse período houveram tentativas não concretizadas de diálogo com a empresa, o que levou a ação à justiça.
“É importante destacar a postura do sindicato durante esses quatro anos, negociando o direito de um a um dos jornalistas que trabalharam na empresa, não distinguindo os filiados à entidade dos não filiados, nem os que apoiavam a ação dos que a ela eram contrários e não excluindo do rol de beneficiados, sequer, os jornalistas que testemunharam em favor da empresa ou que se desfiliaram da entidade justamente por serem contrários à ação”, conclui Roger Pereira, jornalista beneficiado na ação.

Associe-se ao seu Sindicato, participe da nossa luta, pois Sindicato forte tem que ter você!
A Diretoria

ago 13

Abaixo a cultura da violência

JORNALISMO E VIOLÊNCIA

Impressiona-me o crescente espaço destinado à violência nos meios de comunicação. Catástrofes, tragédias, crimes e agressões, recorrentes como chuvaradas de verão, compõem uma pauta sombria e perturbadora. A violência não é uma invenção da mídia. Mas sua espetacularização é um efeito colateral que deve ser evitado. Não se trata de sonegar informação. Mas é preciso contextualizá-la. A overdose de violência da mídia pode gerar fatalismo e uma perigosa resignação. Não há que fazer, imaginam inúmeros leitores, ouvintes, telespectadores e internautas. Acabamos todos, paralisados sob o impacto de uma violência que se afirma com algo irrefreável e invencível. E não é verdade.
Os que estamos do lado de cá, os jornalistas, carregamos nossas idiossincrasias. Sobressai, entre elas, certa tendência ao catastrofismo. O rabo abana o cachorro. O mote, frequentemente usado para justificar o alarmismo de certas matérias, denota no fundo, a nossa incapacidade para informar em tempos de normalidade. Mas, mesmo em épocas de crise (e estamos vivendo uma gravíssima crise de segurança pública), é preciso não aumentar desnecessariamente a temperatura. O jornalismo de qualidade reclama um especial cuidado no uso dos adjetivos. Caso contrario, a crise real pode ser amplificada pelos megafones do sensacionalismo. Á gravidade da situação, inegável e evidente, acrescenta-se uma dose de espetáculo e uma indisfarçada busca de audiência. O resultado final é a potencialização da crise. Precisamos, ademais, valorizar editorialmente inúmeras iniciativas que tentam construir avenidas ou arruelas de paz nas cidades sem alma. A bandeira a meio pau sinalizando a violência não pode ocultar o esforço de entidades, universidade e pessoas isoladas que, diariamente, se empenham na recuperação de valores fundamentais: o humanismo, o respeito à vida, a solidariedade. São pautas magníficas. Embriões de grandes reportagens. Denunciar o avanço da violência e a falência do Estado no seu combate é um dever ético. Mas não é menos ético iluminar a cena de ações construtivas, frequentemente desconhecidas do grande público, que, sem alarde ou pirotecnias do marketing, colaboram, e muito, na construção da cidadania. É fácil fazer jornalismo de boletim de ocorrência. Não é tão fácil contar histórias reais, com rosto humano, que mostram o lado bom da vida.
A juventude, por exemplo, ao contrário do que fica pairando em algumas reportagens, não está tão à deriva. A delinquência está longe de representar a maioria esmagadora da população infantil. A juventude real, perfilada em várias pesquisas e na eloquência dos fatos, está identificando valores como amizade, família, trabalho. O Brasil do corporativismo, da impunidade do dinheiro e da força do sobrenome vai, aos poucos, abrindo espaços para a cultura do trabalho, da competência e do talento.
A violência está aí. E é brutal. Mas também é preciso dar outro lado: o lado do bem. Não devemos ocultar as trevas. Mas temos o dever de mostrar as luzes que brilham no fim do túnel. A boa notícia também é informação. E, além disso, é uma resposta ética e editorial aos que pretendem fazer do jornalismo um refém da cultura da violência.
Autoria: Carlos Alberto Di Franco – Especialista em Comunicação.

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